O consumismo é um vício tão pernicioso quanto o jogo, capaz de levar uma família à ruína nos casos mais graves. Na atualidade, parece ter se tornado mais comum, devido à maior exposição dos produtos e às facilidades oferecidas para sua aquisição.
O consumista compra de tudo, compra sempre e mal, na maioria das vezes; compra quando há real necessidade e quando não há necessidade alguma. Raramente volta da rua sem uma sacola ou um embrulho.
Quando uma aquisição se justifica do ponto de vista qualitativo, corre-se ainda o risco de haver um exagero na quantidade, conduzindo a perdas no caso de bens perecíveis, ou a não utilização de produtos adquiridos por variados motivos.
Eis algumas razões para um consumista comprar: porque há necessidade comprovada; porque acha interessante ou barato; para guardar ou presentear; porque está na moda; porque tem pena do vendedor; porque muita gente está comprando; e outras mais.
O consumista é um comprador compulsivo capaz de sorrir para uma vitrine e gargalhar intimamente ante uma promoção ou liquidação, o que o induz a comprar até o que não terá utilidade; se excursiona, gasta a maior parte do tempo visitando lojas e feiras, adquirindo sempre alguma coisa.
Se do sexo feminino, gosta de distribuir muitos presentes ao longo do ano, como por ocasião do Natal, da Páscoa, do Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, e outras tantas comemorações inventadas pelo comércio. E presenteia parentes, amigos, colegas, empregadas, lixeiros, carteiros, cabelereiros e manicures, médicos e, até, dentistas. Contudo, a verdade é que o grande prazer do consumista está no ato de comprar.
É inútil alertá-lo sobre dificuldades financeiras em que possa encontrar-se a família ou qualquer outra instituição a que pertence, pois isto só faz aguçar nele o desejo de comprar; por isto, deve-se evitar, o quanto possível, a revelação para ele sobre a realização de bons negócios, aumento de salário, recebimento de indenizações, etc., ou mesmo a simples perspectiva de que tais coisas possam acontecer.
Fechar torneiras, desligar o gás e a eletricidade quando o consumo é desnecessário, bem como usar com parcimônia e objetividade o telefone, são atitudes que não fazem parte das preocupações de um verdadeiro consumista.
Engana-se quem pensa que este vício é coisa de gente rica.
O consumista compra de tudo, compra sempre e mal, na maioria das vezes; compra quando há real necessidade e quando não há necessidade alguma. Raramente volta da rua sem uma sacola ou um embrulho.
Quando uma aquisição se justifica do ponto de vista qualitativo, corre-se ainda o risco de haver um exagero na quantidade, conduzindo a perdas no caso de bens perecíveis, ou a não utilização de produtos adquiridos por variados motivos.
Eis algumas razões para um consumista comprar: porque há necessidade comprovada; porque acha interessante ou barato; para guardar ou presentear; porque está na moda; porque tem pena do vendedor; porque muita gente está comprando; e outras mais.
O consumista é um comprador compulsivo capaz de sorrir para uma vitrine e gargalhar intimamente ante uma promoção ou liquidação, o que o induz a comprar até o que não terá utilidade; se excursiona, gasta a maior parte do tempo visitando lojas e feiras, adquirindo sempre alguma coisa.
Se do sexo feminino, gosta de distribuir muitos presentes ao longo do ano, como por ocasião do Natal, da Páscoa, do Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, e outras tantas comemorações inventadas pelo comércio. E presenteia parentes, amigos, colegas, empregadas, lixeiros, carteiros, cabelereiros e manicures, médicos e, até, dentistas. Contudo, a verdade é que o grande prazer do consumista está no ato de comprar.
É inútil alertá-lo sobre dificuldades financeiras em que possa encontrar-se a família ou qualquer outra instituição a que pertence, pois isto só faz aguçar nele o desejo de comprar; por isto, deve-se evitar, o quanto possível, a revelação para ele sobre a realização de bons negócios, aumento de salário, recebimento de indenizações, etc., ou mesmo a simples perspectiva de que tais coisas possam acontecer.
Fechar torneiras, desligar o gás e a eletricidade quando o consumo é desnecessário, bem como usar com parcimônia e objetividade o telefone, são atitudes que não fazem parte das preocupações de um verdadeiro consumista.
Engana-se quem pensa que este vício é coisa de gente rica.
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